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quarta-feira, 20 de julho de 2011

O movimento de massa de ar

   As grandes porçoes da atmosfera que apresentão caracteristicas semelhantes de umidade e temperatura são chamadas massas de ar.Os deslocamentos das massas de ar pelo planeta fazem com que o tempo em uma região sofra mudanças.São elas que tornam os dias mais secos ou mais úmidos.Elas originam os dias mais quentes ou mais frios.
    Uma massa de ar que venha em uma região quente produzirá dias mais quentes.Uma outra que venha do Polo Sul trará, certamente, dias mais frios.
    O que faz as massas de ar se movimentarem? A resposta está relacionada à pressão do ar.Nem todos os locais da superfície da Terra apresentam exatamante a mesma pressão atmosférica. Há locais com a pressão um pouco maior e outros onde ela é menor. As massas de ar se movimentam das regiõens onde a pressão é maior para outras onde ela é menor.


segunda-feira, 27 de junho de 2011



FotoSS

Nosso sistema solar está composto pela nossa estrela, o Sol, pelos oito planetas com suas luas e anéis, pelos planetas anões, asteróides e pelos cometas. Os cinco planetas mais brilhantes, que são visíveis a olho nu, já eram conhecidos desde a antiguidade. A palavra planeta em grego quer dizer astro errante. Depois da invenção do telescópio, outros 2 planetas do Sistema Solar foram descobertos: Urano em 1781 por William Herschel (1738-1822), Netuno em 1846 por previsão de Urbain Jean Joseph Le Verrier (1811-1877) e John Couch Adams (1819-1892).
Plutão foi descoberto em 1930 por Clyde William Tombaugh (1906-1997), e classificado até agosto de 2006 como o nono planeta do sistema solar. Desde então a União Astronômica Internacional reclassificou Plutão como "planeta anão", constituindo uma nova categoria de corpos do sistema solar, na qual também foram encaixados Ceres, o maior objeto do cinturão de asteróides entre as órbitas de Marte e Júpiter, e Éris (2003UB313) o maior asteróide do cinturão de Kuiper. Mais informações sobre asteróides são dadas no capítulo Corpos Menores.
Os nomes dos planetas são associados a deuses romanos: Júpiter, deus dos deuses; Marte, deus da guerra; Mercúrio, mensageiro dos deuses; Vênus, deusa do amor e da beleza; Saturno, pai de Júpiter, deus da agricultura; Urano, deus do céu e das estrelas, Netuno, deus do Mar e Plutão, deus do inferno.
Uma frase mnemônica para lembrar a ordem é:




Meu
E

R
C
U
R
I
O
Velho
E

N
U
S
Tio
E
R
R
A

 
Me
E
R
C
U
R
I
O

 
Jurou
U

P
I
T
E
R
Ser
A

T
U
R
N
O
Um
R

A
N
O
Netuniano
E

T
U
N
O

domingo, 26 de junho de 2011

Planeta Terra

 
 Terceiro planeta a partir do Sol e quinto em tamanho dos nove que compõem o Sistema Solar.
6 586 242 500 000 000 000 000 toneladas é o peso da Terra. Isto é: seis sextilhões, 586 quintilhões, 242 quatrilhões e 500 trilhões de toneladas. Seu volume é de 1 083 319 780 000 quilômetros cúbicos. Para saber o que isso significa, basta imaginar um trilhão e 83 bilhões e ainda 319 milhões e 780 mil cubos justapostos, um junto ao outro, e cada um deles com um quilômetro de altura e de comprimento. Muitas cidades caberiam inteirinhas dentro de cada cubo de tais dimensões, e ainda sobraria espaço.
A distância média da Terra ao Sol é de 149.503.000 km. É o único planeta conhecido que tem vida.

O começo (idade e origem)

A datação radiométrica permitiu aos cientistas calcular a idade da Terra: Há bilhões (cinco ou mais) de anos, a Terra era uma bola de fogo, constituída de elementos incandescentes. Pouco a pouco, nosso planeta começou a esfriar. Esse "pouco a pouco" levou bilhões de anos. A superfície terrestre solidificava-se lentamente, e emanava gases e vapores provenientes das rochas. A atmosfera apareceu, e espessas camadas de nuvens, que envolveram a Terra, escureceram-na por completo, e o resfriamento prosseguiu por milhões de anos. Só o fogo dos vulcões e as fortes descargas de eletricidade, acumulada no ar, iluminavam as trevas. Um dia, a condensação do vapor provocou a queda de chuvas torrenciais; dilúvio que durou séculos. As depressões da crosta terrestre foram submersas: formaram-se mares e oceanos que à princípio ferviam; e colunas de vapor pairavam sobre eles. Depois, o borbulhar cessou mas as águas permaneceram escaldantes.
Aos poucos, as rochas esfriaram e o mar arrefeceu, tornando possível o aparecimento das primeiras vidas aquáticas. Mais tarde, a vida surgiu também na terra firme, com ocorrência de plantas e animais superiores.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Nossa Galáxia

O Sistema Solar está situado dentro das regiões mais externas na Galáxia, bem dentro do disco e somente cerca de 20 anos-luz acima do plano de simetria equatorial, e acerca de 28000 anos-luz do Centro Galáctico. Por consegüinte, a nossa Galáxia se mostra como uma banda luminosa que se estende por todo o céu ao longo do seu lano de simetria, que nós chamamos de Via Láctea mas que também é chamado de "Equador Galáctico".

O Centro Galáctico

   O centro da nossa Galáxia está na direção da constelação de Sagittarius, mas muito próximo à borda de ambas as constelações vizinhas Scorpius e Ophiuchus. A distância de 2000 anos-luz foi recentemente confirmada pelos dados do satélite astrométrico Hipparcos da European Space Agency, embora outros pesquisadores, com base em processos distintos, tenham chegado a valores tais como 25000 anos-luz (baseado na dinâmica estelar) e 26000 anos-luz (baseado em variáveis RR Lyrae).
A componente bojo da nossa Galáxia consiste de estrelas velhas e contém os aglomerados estelares globulares. Estes aglomerados globulares estão fortemente concentrados na direção do Centro Galáctico. A região central da nossa Galáxia, assim como aquelas de várias outras galáxias, é mais densamente povoada com estrelas do que as regiões mais externas, e contém um objeto central massivo, Sagittarius A.
Nosso Sol, junto com o Sistema Solar inteiro, está orbitando o Centro Galáctico a esta distância dada, em uma órbita aproximadamente circular. Nós estamos nos movendo a cerca de 250 km/seg, e precisamos de cerca de 220 milhões de anos para completar uma órbita. Deste modo, o Sistema Solar orbitou o Centro Galáctico aproximademnte 20 a 21 vezes desde a sua formação a cerca de 4
,6 bilhões de anos atrás.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

O Novo Sistema Solar

As imagens que se alternam mostram o aspecto geral das órbitas planetárias em sua concepção tradicional (plana) versus a real.


Há doze anos, quando esta seção foi criada, nosso conhecimento sobre o Sistema Solar não era não é o mesmo de agora. E quanta coisa mudou! Mesmo assim, desde o início o título foi “O Novo Sistema Solar”. Por que?

Na década em que Plutão foi descoberto (1930), pensava-se que Saturno era o único planeta com anéis. Somente em 1977 os anéis de Urano seriam descobertos, seguidos pelos de Júpiter (1979), e os de Netuno (1989). Nessa época também não se conhecia o Cinturão de Kuiper, ou outro anel de asteróides além da órbita de Netuno. E os astrônomos sequer suspeitavam que o número total de satélites passaria de cem.

O Sistema Solar vem se modificando lentamente desde sua formação – mas a visão que temos dele se enriquece no ritmo das descobertas, cada vez mais freqüentes.

Nossos conhecimentos se aprimoram muito mais rapidamente que o sistema de ensino é capaz de absorver. É errado, mas ainda se diz que os planetas se movem em órbitas circulares, igualmente distribuídas sobre um plano imaginário, com o Sol no centro.

Vivemos num intrincado conjunto de corpos celestes que muitas vezes desafiam nossas tentativas de classificação. Nós os chamamos de planetas (sejam rochosos, gasosos ou anões), satélites, cometas, asteróides... Todos estão em movimento, percorrendo órbitas mais ou menos elípticas, nas mais diversas inclinações umas com relação às outras.

Nosso aprendizado também se move. Esta seção é um pequeno painel sobre este saber acumulado. Não esquecendo de mencionar os caminhos, não raras vezes tortuosos, mas que vem nos ajudando a perceber este sempre
Novo Sistema Solar.