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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Casamento galático

Era uma vez duas galaxias, que há cerca de 200 bilhões de anos se cruzaram pelo Universo e... estão se chocando até agora, para se tornarem uma só. Ainda é possível identificar os núcleos originas das duas chamadas galáxias Antenas, alaranjados na imagem. As áreas mais azuis são regiões de intensa formação de estrelas- bilhões delas nascem durante a colisão-  e as manchas rosas ao redor são nuvens de hidrogênio, gás liberado no processo.

O que os olhos não veem.

As mais belas imagens do Hubble, o telescópio espacial que revoluciona a astronomia e entra agora em seu último ano de atividade. 


Viagem no Tempo
Quando o Hubble mira seu foco sobre regiões muitos distantes, é como se fotografasse o passado: sua câmera captura a luz emitida há bilhões  de anos pelas estrelas. Assim, os astrônomos podem ver como as galáxias eram quando o universo era "jovem" e entender melhor como ele se informou.Essa foto, por exemplo, mostra como era a constelação de Fornax há 12 bilhões de anos- "apenas" 1,7 bilhões de anos após o Big Bang.

sábado, 6 de outubro de 2012

Astrônomos descobrem planeta habitável fora do sistema solar

Astrônomos descobrem planeta habitável fora do sistema solar
Equipe internacional afirma que o descobrimento equivale ao Santo Graal da Astronomia.

De acordo com uma notícia publicada pelo The Telegraph , uma equipe internacional de astrônomos encontrou um planeta que pode oferecer condições ideais para suportar a vida. Batizado de Gliese 667Cc, ele foi encontrado orbitando ao redor de uma estrela anã vermelha a 22 anos-luz de distância do nosso planeta.
Embora os cientistas das Universidades de Göttingen, na Alemanha, e da Califórnia, nos Estados Unidos, calculem que o planeta receba 10% menos luz de sua estrela do que a Terra recebe do Sol, como essa luz se encontra na faixa do infravermelho, isso significa que ele recebe praticamente a mesma quantidade de energia que o nosso planeta.
Além disso, ele se encontra a uma distância ideal de seu sol, o que significa que a água presente nele pode ser líquida e as temperaturas de sua superfície podem ser semelhantes às nossas. De acordo com os astrônomos, o Gliese 667Cc possui uma massa quatro vezes e meia maior que a da Terra.

Santo Graal da Astronomia

O significado deste descobrimento equivale ao Santo Graal da Astronomia, pois 20 anos atrás os cientistas já discutiam se algum dia realmente seria possível encontrar um planeta fora do nosso sistema solar, sem mencionar um com a possibilidade de ser habitável.
O primeiro exoplaneta foi descoberto em 1995 e, desde então, foi confirmada a existência de, pelo menos, outros 760 planetas fora do nosso sistema solar. Contudo, os cientistas acreditam que apenas quatro deles poderiam ser habitáveis.
Fonte: The Telegraph 


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/mega-curioso/22810-astronomos-descobrem-planeta-habitavel-fora-do-sistema-solar.htm#ixzz28YV0ia7h

Achado 1º planeta habitável fora do sistema solar

Simulação mostra o novo planeta e sua estrela vermelha, a Gliese 581 Foto: AP
Simulação mostra o novo planeta e sua estrela vermelha, a Gliese 581

Cientistas da Organização Européia para a Pesquisa Astronômica no Hemisfério Austral (ESO) descobriram pela primeira vez um planeta habitável fora do sistema solar, com temperaturas muito similares às da Terra. O planeta tem capacidade para armazenar água, informou nesta terça-feira a equipe da ESO, com sede na localidade alemã de Garching. O estudo será divulgado nesta quinta-feira na revista Astronomy and Astrophysics.

"Achamos que a temperatura dessa 'Super-Terra' oscila entre 0ºC e 40ºC, de modo que a água poderia ser líquida", assinalou Stéphane Udry, do Observatório de Genebra, por meio de um comunicado. O distante planeta fica na constelação de Libra e gira em torno da estrela Gliese 581.
Segundo o estudo, o planeta tem 1,5 vez o raio da Terra e uma massa cinco vezes superior à do nosso planeta. O exoplaneta, como os astrônomos definem os que não fazem parte de nosso sistema solar, é o menor já descoberto e, segundo os cientistas, realiza uma órbita completa em 13 dias. Além disso, sua distância em relação à Gliese 581 é 14 vezes menor do que a que separa a Terra do Sol, explicaram os cientistas da ESO, reforçando, no entanto, que ainda não foram encontrados indícios de água ou vida.
A estrela do planeta descoberto é menor, mais fria e menos luminosa do que o Sol. Por isso, o planeta se encontra em uma área habitável, ou seja, em uma região na qual a água poderia ser líquida e as temperaturas ambientais, agradáveis. Os prognósticos realizados pelos cientistas mediante o uso de diferentes modelos indicam que o planeta deve ser muito rochoso, como a Terra, ou estar coberto por oceanos, assinalou Udry.
"Tendo em vista sua temperatura e sua proximidade relativa (a Gliese 581 é uma das estrelas "próximas" à Terra), o planeta será, com grande probabilidade, um alvo muito importante das futuras missões espaciais que se dedicarem à busca por vida extraterrestre", disse Xavier Delfosse, da Universidade de Grenoble e membro da equipe de Udry.
A Gliese 581 é uma das 100 estrelas mais próximas à Terra, situada a apenas 20,5 anos-luz da constelação de Libra e com cerca de 30% da massa do Sol, explicaram os astrônomos.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Nossa galáxia pode conter 2 bilhões de planetas com vida alienígena

Ultimamente, os cientistas andaram fazendo cálculos e tentando encontrar probabilidades e porcentagens para a vida alienígena no universo.
Agora, esse número acaba de aumentar: um novo estudo mostra que aproximadamente uma em cada 37 ou uma em cada 70 estrelas como o sol podem abrigar vida extraterrestre. Os dados sugerem que bilhões de planetas como a Terra podem existir na nossa galáxia.
Os novos cálculos são baseados em informações do telescópio espacial Kepler, que em fevereiro surpreendeu o mundo ao revelar mais de 1.200 possíveis mundos alienígenas, incluindo 68 planetas do tamanho da Terra.
O telescópio chegou a essas conclusões observando o escurecimento que ocorre quando um planeta transita ou passa diante de uma estrela.
Em seguida, os pesquisadores da NASA filtraram esses dados, e focaram nos planetas do mesmo tamanho que a Terra em zonas de habitabilidade de suas estrelas, isto é, dentro de órbitas onde a água líquida pode existir na superfície desses mundos.
Depois de analisarem quatro meses de dados, os cientistas determinaram que 1,4 a 2,7% de todas as estrelas parecidas com o sol devem ter planetas semelhantes à Terra (entre 0,8 e 2 vezes o diâmetro da Terra, e dentro da zona de habitabilidade de suas estrelas).
Isso significa dois bilhões de análogos da Terra na nossa galáxia. E isso só na nossa galáxia: há 50 bilhões de outras galáxias, até onde sabemos. Por isso, os cientistas acreditam numa boa chance de encontrar vida, talvez até mesmo vida inteligente, lá fora.
No futuro próximo, os cientistas prevêem que um total de 12 mundos semelhantes à Terra poderão ser encontrados. Quatro deles já foram vistos nos quatro meses de dados divulgados até agora.
Quando se trata das 100 estrelas parecidas com o sol mais próximas do nosso planeta, algumas dentro de um ano-luz de distância, os resultados sugerem que apenas cerca de 2 mundos semelhantes à Terra podem ser encontrados.
E tais números podem subir. As estrelas anãs vermelhas também podem hospedar planetas semelhantes à Terra, e essas estrelas são muito mais comuns do que as estrelas parecidas com o sol. Porém, é muito mais difícil detectar um planeta do tamanho da Terra em trânsito na frente de uma anã vermelha, então os cientistas estão tentando identificar os planetas em volta dessas estrelas pela força gravitacional que eles exercem uns sobre os outros. (LiveScience)

Descoberto buraco gigante em campo magnético da Terra


O campo magnético da Terra, também conhecido como magnetosfera, é uma espécie de bolha magnética que circunda o planeta e protege a superfície terrestre das partículas carregadas pelo vento solar.
Os cientistas explicam que o vento solar carregado de partículas "abre" o buraco na magnetosfera da mesma forma como um polvo envolve um objeto com seus tentáculos - um processo conhecido como "reconexão magnética".
"O campo magnético do Sol se reveste ao redor da magnetosfera, provocando a sua ruptura", afirma o cientista David Sibeck, da Nasa.
A descoberta do buraco foi feita no dia 3 de junho, quando os cinco satélites da nave espacial passaram pela cavidade no momento em que estava se abrindo.
"Já vimos cavidades como essa antes, mas não em escala tão grande", disse Jimmy Raeder, físico da Universidade de New Hampshire que também trabalha no projeto. "O lado diurno inteiro da magnetosfera estava aberto para o vento solar."
Orientação
Além do tamanho da cavidade, a orientação dos campos magnéticos do Sol e da Terra no momento da abertura também surpreendeu os cientistas. Até a descoberta, pensava-se que o escudo de proteção funcionava melhor e impedia que as partículas conseguissem atravessar o campo magnético terrestre quando ele estava alinhado com o campo magnético do Sol.
Acreditava-se ainda que, quando os campos estavam em direções opostas, a abertura era maior.
Os cientistas descobriram que, quando os dois campos magnéticos estão orientados em direções opostas, o número de partículas que atravessam o escudo terrestre é 20 vezes maior do que no momento em que os campos estão alinhados.
Quando um número grande de partículas atravessa o campo magnético terrestre, isso pode provocar tempestades solares, causadas pela liberação das partículas, e também tempestades magnéticas, que podem sobrecarregar cabos de energia com excesso de corrente elétrica e causar apagões.
O grande buraco foi encontrado pelos satélites da missão Themis na magnetosfera